Guardian of Destiny: Prólogo
Aqui temos nos o prólogo prometido para hoje:
Prólogo:
Como as coisas acontecem?
Qual é a teoria capaz de mover o Universo?
Porque é que os humanos existem?
Porque Ele teve de morrer?
A menina virou-se lentamente com o cabelo loiro e encaracolado ao vento tempestuoso. A mulher parou de sorrir quando viu o olhar no rosto dela, parecia-se com olhar de um demónio furioso que saiu directamente dos confins do submundo. O irmão dela ficou apenas mais preocupado, não tinha medo da irmã mais velha, mas parecia saber o que aquele olhar significava: era fim da linha para a mulher psicopata. A rapariga ergueu um dos braços na direcção da mulher. Uma luz vermelha começou a sair da palma da mão quando outro raio saiu por trás dela e atingiu a mulher com a espingarda que caiu no chão.
A menina olhou para trás e viu uma mulher de estatura baixa, cabelo branco encaracolado a esvoaçar ao vento congelante, assim como a capa azul que vestia.
Aproximou-se lentamente das duas crianças.
Prólogo:
Como as coisas acontecem?
Qual é a teoria capaz de mover o Universo?
Porque é que os humanos existem?
Porque Ele teve de morrer?
Era uma noite fria de inverno. A neve caia, tempestuosa e gelada, cobrindo a paisagem em volta de um branco puro e sombrio. No meio de uma floresta, durante a tempestade, duas crianças fugiam desesperadamente. Talvez do fumo negro e espesso que se erguia logo atrás deles, proveniente do incêndio. Ou talvez da mulher de aspecto duvidoso, com uma cicatriz na bochecha direita e uma tapa no olho, sem falar no cabelo branco do tipo cientista louco, que os seguia com uma espingarda na mão. A menina, que era a mais velha, vestindo apenas uma camisa de noite velha e imunda, sem nenhum calçado ou agasalho corria pela floresta fora ou, talvez, deslizava seja o melhor termo, pois os pés dela não pareciam tocar no chão enquanto esquivava-se da árvores e evitava o solo ardiloso daquela floresta pantanosa onde as flores tinham secado, os animais morrido assim como as árvores. O rapaz, ao contrário da rapariga tinha roupas quentes vestidas, segurava-se firmemente no peito dela, com um olhar de desespero e preocupação no rosto vermelho. A irmã segurava-o em seus braços enquanto desviava das árvores e dos disparos da espingarda. Quando uma bala acertou no braço da menina, falhando por pouco o rapaz, a mulher de aspecto duvidoso deu um grito de " finalmente consegui " e disse com um sorriso que desaparecia a medida que acabava a frase:
- É aqui que morres, sua bruxa maldita...
A menina olhou para trás e viu uma mulher de estatura baixa, cabelo branco encaracolado a esvoaçar ao vento congelante, assim como a capa azul que vestia.
Aproximou-se lentamente das duas crianças.
Muito bom!! E o que acontece depois?
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