Tell me: Capitulo 1
Narrador: Neutro
Todos de ambos os setores, masculino e feminino, estavam reunidos na sala de planeamento.
Alguns do setor masculino tinham acabado de voltar de uma missão.
A pessoa que os mandou reunir chegou algum tempo depois. Ficaram todos calados.
Pôs-se em frente de todos: jovem, cabelos pretos sempre presos num rabo de cavalo, seios grandes e belos olhos verde-floresta.A Comandante Luna, chefe responsável do quartel, estava acompanhada de alguém: um rapaz de cabelo loiro e de cabeça baixa, encontrava-se em farrapos e com um pouco de sangue na roupa.
- Este rapaz será o nosso novo recruta e o Master do departamento de física e tecnologia. Por enquanto ele ficará sob os cuidados do departamento militar para treinar o seu físico.- disse a Comandante Luna.- Orís!- chamou.
- Yes, Ma'am!- respondeu um dos soldados da fila do meio.
- Ficarás responsável do Yuki.
- Yes, Ma'am.
- É tudo. Alguma questão?- perguntou a Comandante.
- Yes, Ma'am.- respondeu a mesma voz das outras vezes.
- E qual é, Orís?
- Quem é ele, Ma'am?
- É o Yuki.
- Sim, mas...
- Não precisas saber mais que isso... por enquanto.- Interrompeu a Comandante.- Mas se alguma coisa acontecer com o Yuki, nem sei o que sou capaz de fazer contigo.- acrescentou numa voz ameaçadora.
- Y-Yes, Ma'am.
- Dispensados!- ordenou a Comandante e sussurrou para o rapaz ao seu lado.-Anda, vamos, Yuki-kun.
Mas o rapaz estava concentrado noutra pessoa: um militar que utilizava uma farda azul e branca, espessa e um pouco ensanguentada olhava-o fixamente. Tinha olhos azuis e cabelo preto.
Lembrava-lhe alguém.
Os dois não pararam de se encarar desde o momento em que o Yuki levantara os seus olhos verde-floresta do chão e os pousara sob a multidão de pessoas.
- Yuki-kun?- voltou a chamar a Comandante.
- Hã?- perguntou o rapaz desorientado.
- Anda, vou pedir para que te preparem um banho e roupas limpas.
- OK. Obrigado Luna-n...
- Não me chames assim na frente de outras pessoas- disse a Comandante tapando-lhe a boca.-OK?
O rapaz apenas assentiu com a cabeça.
Narrador: Steven
Estava a tomar banho quando alguém bateu na porta.
- O que é que foi, Orís?
- Não és o único que precisa de tomar banho, Steven, então vê se sais desse banheiro logo!- gritou a pessoa do outro lado.
- OK,Ok. Não precisas pôr-me surdo só por causa disso!- gritei mal disposto saindo da banheira.
Abri a porta enquanto colocava a toalha em volta da cintura.
- Pronto, agora já podes ir.- disse à Orís.
- Obrigado.- e entrou.
Sentei-me na parte de baixo do beliche depois de ter posto uma cueca box e utilisei a toalha para secar o cabelo. Ouvi alguém bater a porta do quarto e fui abrir. Encontrei o mesmo rapaz loiro e de lindos olhos esmeraldas que vira na reunião de alguns minutos atrás.
- O que é que queres?
- E-estou a procura do Orís-senpai.- disse o rapaz depois de uma pausa de alguns segundos.- Ele está?
A voz dele não era tão grave como a dos outros homens do quartel. Era suave e bela de se ouvir.
Lembrava alguém.
- No momento, ele está a tomar banho. Mais alguma coisa?
- Sim, a partir de hoje serei o vosso companheiro de quarto, temporariamente.- disse o rapaz parecendo um pouco desinteressado.
- Hã? Porquê?- perguntei.
- Porque a Luna-ne... A Comandante Luna decidiu.- Corrigiu-se o rapaz.- Tirou um envelope do fato militar azul e branco.- Aqui, uma carta dela.
Peguei no envelope e vi a assinatura da Comandante no lado de trás.
- Entra.-disse sentando de novo na parte de baixo do beliche.- Senta aí.- disse para o rapaz que ficou parado na entrada.
Acabei de ler a carta e olhei para o rapaz à minha frente: pequeno, cabelo loiro, os olhos esmeraldas olhavam à volta explorando o quarto. Vê-lo assim, inocente, dava vontade de protegê-lo das injustiças do mundo.
Não sei o que me deu. Apenas levantei-me e quedei-me na frente do rapaz. Levantei o seu rosto delicado com uma das mãos e beijei-o. Durante algum tempo ele não permitiu que a minha língua passasse, mas acabou por ceder. Os seus lábios começaram a corresponder ao beijo. As nossas línguas cruzavam-se dando mais fogo ao beijo. Separamo-nos para recuperar um pouco de fôlego
. Deitei-o na cama e fiquei sob ele. Voltei a beijá-lo enquanto uma das minhas mão descia até a borda da camisa. Quando ele percebeu a minha intenção segurou a minha não.
- Pa... Pare...- disse numa voz ofegante.
Não lhe dei ouvidos e continuei a beijá-lo.
De repente senti uma enorme pancada na nuca. Olhei para trás e vi o Orís atrás de mim com o punho cerrado e com uma expressão zangada.
- Au! Isso doeu!- disse esfregando a zona dorida- Porque é que fizeste isso?!
- O que é que tu estás a fazer com o novo recruta?!!- perguntou Orís numa voz muito zangada.
- Como assim, o quê...- olhei para o rapaz deitado embaixo de mim. Ele estava a chorar. Apressei-me a sair de cima dele.
- Desculpa.
- Agora pedes desculpa?!- perguntou Orís, desta vez numa voz mais calma.- Apenas não voltes a fazer isso. Por favor, que eu tenho muito amor à minha vida.
Assenti.
Ele ajudou o rapaz a levantar-se e saiu com ele depois de ter se vestido. Sentei na cama e passei os dedos pelos lábios.
- Doce.
Narrador:Yuki
O Orís-senpai caminhava na minha frente dizendo alguma coisa e apontando enquanto falava. Mas eu não estava a prestar atenção na pessoa à minha frente,e sim na que eu deixara no quarto. Passei levemente os dedos pelos lábios.
“Doce”-pensei.
O meu movimento pelos lábios não passou despercebido para o Orís -senpai que parou a explicação e disse:
- Não te preocupes com o que aconteceu lá, Master Yuki.
- Hã?- disse saindo do mar dos meus pensamentos.
- O Steven prometeu que não vai voltar a fazer algo como aquilo então não te preocupes quanto a ele.
- Steven? Quem é esse?
- O rapaz que te… agora à pouco… Sabes…- disse Orís-senpai meio constrangido.
- Ah, aquilo.- Fingi ter me lembrado, como se eu tivesse esquecido. Fixei os meus olhos nos do Orís-senpai e sem pestanejar, eu disse- Mas não és tu que precisas carregar a culpa e sim o dono do ato.
- S-sim, Master.- gaguejou Orís-senpai.- O senhor vai… vai contar para a Comandante Luna?
- Não!- neguei rapidamente e assustado.- Se eu fizesse isso, nem sei o que ela seria capaz de fazer com o Seflen!
- Seflen?- espantou-se Orís-senpai.
- Porquê que eu haveria de fazer alguma coisa com esse tal de Seflen?- perguntou uma voz feminina logo atrás de mim.
Virei a cabeça lentamente, temendo quem eu iria encontrar. E os meus temores concretizaram-se. Era a Luna.
- Estou a espera, Yuki!
-Não… não é nada.- disse com a voz trémula.
- O que é que aconteceu, O-r-í-s?- perguntou ela ameaçadoramente.
- C-comandante, eu… eu…- Orís estava em um estado mental que o permitia ver apenas a morte à sua frente.
Luna começou a avançar em direção ao Orís.
- E-espera, Luna-nee!- disse segurando a mão dela.
- L-l-luna-nee?!- surpreendeu-se Orís.
- Y-u-k-i!- gritou Luna desta vez virando-se na minha direção.
Só agora que me dei conta da grande besteira que eu havia dito.
- Eu não avisei para que não me chamasses dessa maneira na frente de outra pessoa?!
- S-sim…
Luna-nee respirou fundo várias vezes antes de dizer numa voz mais calma:
- Depois eu dou-te um sermão! Agora, Orís!
Virou-se para o pobre coitado que começou a visualizar outra vez a morte.
- Se tens amor à tua vida e ainda quiseres manter a tua cabeça no lugar onde está, é melhor manteres a tua boca fechada como um armazém de bombas atómicas.
- Y-Yes Ma'am…
- Não ouvi direito!
-Yes Ma'am!
Senti pena do Orís que não tinha nada a ver com este assunto. Mas não tive tempo para me preocupar com outra pessoa porque a Luna-nee voltou-se outra vez para mim.
- Quero-te no meu quarto hoje à noite depois que terminares o teu trabalho!
E foi-se embora.
Tanto eu quanto Orís suspiramos, aliviados.
- Desculpa meter-te em mais esta confusão.- pedi baixando a cabeça.
- Não… não te preocupes e obrigado por não teres dilatado o meu companheiro.
- Eu não quero que ninguém morra por minha causa.- disse numa voz séria.
- E-então… a Comandante Luna é a tua irmã?- perguntou Orís como se estivesse tentando mudar de assunto.
- Sim, mas não contes para ninguém!
- Ok! Podes contar comigo.- afirmou Orís batendo no próprio peito.- Então, vamos? Se não nos despacharmos vamos chegar atrasados.
Assenti afirmativamente com a cabeça.
"Então o nome dele é Steven."
Todos de ambos os setores, masculino e feminino, estavam reunidos na sala de planeamento.
Alguns do setor masculino tinham acabado de voltar de uma missão.
A pessoa que os mandou reunir chegou algum tempo depois. Ficaram todos calados.
Pôs-se em frente de todos: jovem, cabelos pretos sempre presos num rabo de cavalo, seios grandes e belos olhos verde-floresta.A Comandante Luna, chefe responsável do quartel, estava acompanhada de alguém: um rapaz de cabelo loiro e de cabeça baixa, encontrava-se em farrapos e com um pouco de sangue na roupa.
- Este rapaz será o nosso novo recruta e o Master do departamento de física e tecnologia. Por enquanto ele ficará sob os cuidados do departamento militar para treinar o seu físico.- disse a Comandante Luna.- Orís!- chamou.
- Yes, Ma'am!- respondeu um dos soldados da fila do meio.
- Ficarás responsável do Yuki.
- Yes, Ma'am.
- É tudo. Alguma questão?- perguntou a Comandante.
- Yes, Ma'am.- respondeu a mesma voz das outras vezes.
- E qual é, Orís?
- Quem é ele, Ma'am?
- É o Yuki.
- Sim, mas...
- Não precisas saber mais que isso... por enquanto.- Interrompeu a Comandante.- Mas se alguma coisa acontecer com o Yuki, nem sei o que sou capaz de fazer contigo.- acrescentou numa voz ameaçadora.
- Y-Yes, Ma'am.
- Dispensados!- ordenou a Comandante e sussurrou para o rapaz ao seu lado.-Anda, vamos, Yuki-kun.
Mas o rapaz estava concentrado noutra pessoa: um militar que utilizava uma farda azul e branca, espessa e um pouco ensanguentada olhava-o fixamente. Tinha olhos azuis e cabelo preto.
Lembrava-lhe alguém.
Os dois não pararam de se encarar desde o momento em que o Yuki levantara os seus olhos verde-floresta do chão e os pousara sob a multidão de pessoas.
- Yuki-kun?- voltou a chamar a Comandante.
- Hã?- perguntou o rapaz desorientado.
- Anda, vou pedir para que te preparem um banho e roupas limpas.
- OK. Obrigado Luna-n...
- Não me chames assim na frente de outras pessoas- disse a Comandante tapando-lhe a boca.-OK?
O rapaz apenas assentiu com a cabeça.
Narrador: Steven
Estava a tomar banho quando alguém bateu na porta.
- O que é que foi, Orís?
- Não és o único que precisa de tomar banho, Steven, então vê se sais desse banheiro logo!- gritou a pessoa do outro lado.
- OK,Ok. Não precisas pôr-me surdo só por causa disso!- gritei mal disposto saindo da banheira.
Abri a porta enquanto colocava a toalha em volta da cintura.
- Pronto, agora já podes ir.- disse à Orís.
- Obrigado.- e entrou.
Sentei-me na parte de baixo do beliche depois de ter posto uma cueca box e utilisei a toalha para secar o cabelo. Ouvi alguém bater a porta do quarto e fui abrir. Encontrei o mesmo rapaz loiro e de lindos olhos esmeraldas que vira na reunião de alguns minutos atrás.
- O que é que queres?
- E-estou a procura do Orís-senpai.- disse o rapaz depois de uma pausa de alguns segundos.- Ele está?
A voz dele não era tão grave como a dos outros homens do quartel. Era suave e bela de se ouvir.
Lembrava alguém.
- No momento, ele está a tomar banho. Mais alguma coisa?
- Sim, a partir de hoje serei o vosso companheiro de quarto, temporariamente.- disse o rapaz parecendo um pouco desinteressado.
- Hã? Porquê?- perguntei.
- Porque a Luna-ne... A Comandante Luna decidiu.- Corrigiu-se o rapaz.- Tirou um envelope do fato militar azul e branco.- Aqui, uma carta dela.
Peguei no envelope e vi a assinatura da Comandante no lado de trás.
- Entra.-disse sentando de novo na parte de baixo do beliche.- Senta aí.- disse para o rapaz que ficou parado na entrada.
Acabei de ler a carta e olhei para o rapaz à minha frente: pequeno, cabelo loiro, os olhos esmeraldas olhavam à volta explorando o quarto. Vê-lo assim, inocente, dava vontade de protegê-lo das injustiças do mundo.
Não sei o que me deu. Apenas levantei-me e quedei-me na frente do rapaz. Levantei o seu rosto delicado com uma das mãos e beijei-o. Durante algum tempo ele não permitiu que a minha língua passasse, mas acabou por ceder. Os seus lábios começaram a corresponder ao beijo. As nossas línguas cruzavam-se dando mais fogo ao beijo. Separamo-nos para recuperar um pouco de fôlego
. Deitei-o na cama e fiquei sob ele. Voltei a beijá-lo enquanto uma das minhas mão descia até a borda da camisa. Quando ele percebeu a minha intenção segurou a minha não.
- Pa... Pare...- disse numa voz ofegante.
Não lhe dei ouvidos e continuei a beijá-lo.
De repente senti uma enorme pancada na nuca. Olhei para trás e vi o Orís atrás de mim com o punho cerrado e com uma expressão zangada.
- Au! Isso doeu!- disse esfregando a zona dorida- Porque é que fizeste isso?!
- O que é que tu estás a fazer com o novo recruta?!!- perguntou Orís numa voz muito zangada.
- Como assim, o quê...- olhei para o rapaz deitado embaixo de mim. Ele estava a chorar. Apressei-me a sair de cima dele.
- Desculpa.
- Agora pedes desculpa?!- perguntou Orís, desta vez numa voz mais calma.- Apenas não voltes a fazer isso. Por favor, que eu tenho muito amor à minha vida.
Assenti.
Ele ajudou o rapaz a levantar-se e saiu com ele depois de ter se vestido. Sentei na cama e passei os dedos pelos lábios.
- Doce.
Narrador:Yuki
O Orís-senpai caminhava na minha frente dizendo alguma coisa e apontando enquanto falava. Mas eu não estava a prestar atenção na pessoa à minha frente,e sim na que eu deixara no quarto. Passei levemente os dedos pelos lábios.
“Doce”-pensei.
O meu movimento pelos lábios não passou despercebido para o Orís -senpai que parou a explicação e disse:
- Não te preocupes com o que aconteceu lá, Master Yuki.
- Hã?- disse saindo do mar dos meus pensamentos.
- O Steven prometeu que não vai voltar a fazer algo como aquilo então não te preocupes quanto a ele.
- Steven? Quem é esse?
- O rapaz que te… agora à pouco… Sabes…- disse Orís-senpai meio constrangido.
- Ah, aquilo.- Fingi ter me lembrado, como se eu tivesse esquecido. Fixei os meus olhos nos do Orís-senpai e sem pestanejar, eu disse- Mas não és tu que precisas carregar a culpa e sim o dono do ato.
- S-sim, Master.- gaguejou Orís-senpai.- O senhor vai… vai contar para a Comandante Luna?
- Não!- neguei rapidamente e assustado.- Se eu fizesse isso, nem sei o que ela seria capaz de fazer com o Seflen!
- Seflen?- espantou-se Orís-senpai.
- Porquê que eu haveria de fazer alguma coisa com esse tal de Seflen?- perguntou uma voz feminina logo atrás de mim.
Virei a cabeça lentamente, temendo quem eu iria encontrar. E os meus temores concretizaram-se. Era a Luna.
- Estou a espera, Yuki!
-Não… não é nada.- disse com a voz trémula.
- O que é que aconteceu, O-r-í-s?- perguntou ela ameaçadoramente.
- C-comandante, eu… eu…- Orís estava em um estado mental que o permitia ver apenas a morte à sua frente.
Luna começou a avançar em direção ao Orís.
- E-espera, Luna-nee!- disse segurando a mão dela.
- L-l-luna-nee?!- surpreendeu-se Orís.
- Y-u-k-i!- gritou Luna desta vez virando-se na minha direção.
Só agora que me dei conta da grande besteira que eu havia dito.
- Eu não avisei para que não me chamasses dessa maneira na frente de outra pessoa?!
- S-sim…
Luna-nee respirou fundo várias vezes antes de dizer numa voz mais calma:
- Depois eu dou-te um sermão! Agora, Orís!
Virou-se para o pobre coitado que começou a visualizar outra vez a morte.
- Se tens amor à tua vida e ainda quiseres manter a tua cabeça no lugar onde está, é melhor manteres a tua boca fechada como um armazém de bombas atómicas.
- Y-Yes Ma'am…
- Não ouvi direito!
-Yes Ma'am!
Senti pena do Orís que não tinha nada a ver com este assunto. Mas não tive tempo para me preocupar com outra pessoa porque a Luna-nee voltou-se outra vez para mim.
- Quero-te no meu quarto hoje à noite depois que terminares o teu trabalho!
E foi-se embora.
Tanto eu quanto Orís suspiramos, aliviados.
- Desculpa meter-te em mais esta confusão.- pedi baixando a cabeça.
- Não… não te preocupes e obrigado por não teres dilatado o meu companheiro.
- Eu não quero que ninguém morra por minha causa.- disse numa voz séria.
- E-então… a Comandante Luna é a tua irmã?- perguntou Orís como se estivesse tentando mudar de assunto.
- Sim, mas não contes para ninguém!
- Ok! Podes contar comigo.- afirmou Orís batendo no próprio peito.- Então, vamos? Se não nos despacharmos vamos chegar atrasados.
Assenti afirmativamente com a cabeça.
"Então o nome dele é Steven."
O que foi que deu no Steven? Mal acabou de conhecer o Yuki-kun e já sai por aí a beijá-lo. Se bem que eu não odiei essa parte ;P
ResponderEliminarFico ansiosa pela continuação :)
E gostei muito da tua maneira de escrever Angelise ;)